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Domingo, Março 11
Fumo em segunda mão,
a mão dele,
a mão do mundo.
Sei tudo e não vejo nada.
Sinto e não sou.
Sendo.
É o ar que não corre
e é o suor do Verão
que só chega nos nossos corpos um.
Postado por: Cereja às 17:16
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De sempre que não me sei, aqui é o que fica
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